quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Capitão nas horas vagas, um exemplo dentro de campo

Falamos dele, de Rúben Amorim.

Depois da passagem pelo Braga e depois de uma lesão, Rúben Amorim, voltou aos relvados da Luz.
Sempre a procurar dar linhas de passe aos colegas, o benfiquista tenta sempre ligar a defesa e o ataque através de passes para as costas da defesa adversária, ou através de passes entre-linhas que causam calafrios aos defensores. Em processos defensivos é dos primeiros jogadores a ir à bola na tentativa de parar o contra-ataque e recuperar o esférico. Um jogador que entrava de caras em qualquer equipa da primeira liga, exceção feita aos três grandes. No Benfica tem um problema: Enzo. E por culpa deste terá de se contentar com o banco.

Tem agora a oportunidade de jogar mais dada a saída de Matic para o Chelsea. No meu ponto de vista, não será essa a melhor solução nem para ele nem para o Benfica. E acho que não será a primeira opção de Jorge Jesus. Mas terá a oportunidade de, numa perspetiva de rotatividade, poder ter mais minutos. Hoje realizou um jogo a bom nível e voltou a mostrar que pode ser titular. Um jogador a ter em conta por Paulo Bento para a Seleção e para o Mundial.

1 comentários:

Barros disse...

Discordo contigo em parte. Não é liquido que Ruben Amorim vá para o banco, ainda para mais agora com a saída de Matic. Pode ser este o momento ideal para Jesus relançar a ideia do 433 com Fesja como vértice mais recuado de um triângulo do meio-campo composto pelo sérvio, Enzo e Ruben. Matic era um autêntico portento de força, recuperando bolas e saindo a jogar de forma fácil. Com os seus movimentos que muitas vezes faziam lembrar um box-to-box, carregava a equipa para o ataque. Fesja não me parece ter essa tal capacidade, fazendo-me lembrar mais um Javi Garcia: Menos móvel, mais posicional. Acrescentado Ruben ao lado de Enzo, o Benfica ganhava músculo no meio-campo e qualidade em termos ofensivos e defensivos, por se tratarem de dois todo o terreno. Ainda para mais agora que me tenho surpreendido imenso com a cada vez mais apurada visão de jogo e qualidade de passe do português. Fez-lhe bem ir para Braga.

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